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Com uma linha completa de soluções para todas as áreas de cuidados com a saúde, Getinge espera impulsionar na Feira Hospitalar as metas de crescimento previstas para 2022

Com uma linha completa de soluções para todas as áreas de cuidados com a saúde, Getinge espera impulsionar na Feira Hospitalar as metas de crescimento previstas para 2022

Queremos mostrar para o mercado as soluções completas que a Getinge possui para atender diversas áreas dentro de um hospital, afirma Silvia Santos, Diretora de Vendas da Getinge Brasil

Estande da Getinge na Feira Hospitalar de 2019

Depois de adiada por dois anos consecutivos em virtude da pandemia de Covid-19, a Feira Hospitalar retorna em formato presencial, sinalizando a retomada do mercado de dispositivos médicos. Para a Getinge, que participará com a linha completa de produtos e soluções para Healthcare, será uma oportunidade para reencontrar os clientes, fechar novos negócios e alavancar as metas de crescimento previstas para 2022.
A avaliação é de Silvia Santos, diretora de vendas da Getinge Brasil, que vê todo o mercado de saúde um pouco mais aquecido neste ano. Na sua opinião, contribuem para isso a aquisição de hospitais por operadoras de saúde e a expansão das grandes redes hospitalares, seja pela compra de novos estabelecimentos, seja pela ampliação do número de salas cirúrgicas. Como pano de fundo deste movimento, diz ela, está a retomada das cirurgias eletivas (não urgentes) suspensas na pandemia.

“Queremos mostrar para o mercado as soluções completas que a Getinge possui para atender diversas áreas dentro de um hospital. Levaremos para a Feira o nosso portfólio para centro cirúrgico e controle de infecção, para cuidados intensivos e a linha de cardiologia. Além disso, teremos estações para apresentar nossas Soluções Digitais para Saúde (DHS), que são o futuro da saúde no Brasil e no mundo, com recursos para conectar os cuidados de saúde por meio de tecnologia avançada”, afirma.

A diretora de vendas acredita que a Hospitalar será também uma oportunidade para ampliar a interação com clientes do Norte, Nordeste e Sul, que ficaram mais privados de contato presencial devido à Covid-19. Além de realizar novos negócios, a empresa espera fechar transações que já estavam em andamento e foram redirecionadas para a Feira.

“Além disso, o melhor de tudo, é reencontrar pessoas, pois como diz Simon Sinek, 100% dos clientes são pessoas, 100% dos investidores são pessoas e se você não entende de pessoas, você não entende de negócios”, enfatiza.
Para cumprir as expectativas de trabalhar com excelência e atender os clientes de todo o País, a Getinge ampliou sua estrutura de distribuidores e representantes comerciais. Além disso, capacitou os novos colaboradores, representantes e distribuidores e retreinou os antigos, num total de mais de 100 participantes no último mês. Hoje mantém uma boa cobertura do mercado, por meio de uma rede grande, bem distribuída e muito preparada.

Segundo a executiva, qualidade é outro ponto que conta a favor da Getinge, que possui no mercado produtos com aproximadamente 15 anos ainda em atividade e excelentes condições de uso, qualidade e segurança. Ela cita também que o serviço de pós-venda deve ser um diferencial importante para a reputação da empresa e que a Getinge busca, cada vez mais, se aperfeiçoar para ter esse diferencial. Para isso, conta com um time técnico e um time clínico muito capacitados para dar suporte ao cliente e oferecer o melhor atendimento.

“Não vamos até o cliente, fazemos demonstração, realizamos uma venda e vamos embora. Nosso modelo de negócio inclui educação continuada permanente para apoiar o cliente, seja no correto entendimento de um novo produto ou na reciclagem de um que ele já possui. É um trabalho que desenvolvemos em conjunto com as sociedades de especialidade e com os profissionais que estão em contato constante com nossos produtos e soluções”, diz.

Silvia explica que, para atender mais prontamente aos clientes, a Getinge também adotou novas estratégias para contornar dificuldades do mercado internacional remanescentes da pandemia. É o caso da falta de peças e componentes de equipamentos, aliada a problemas logísticos nos transportes aéreos e marítimos, que dificultam o embarque desses produtos.

“Recompomos e ampliamos nosso estoque de segurança, o que nos possibilita atender o cliente no momento adequado, principalmente com as peças e acessórios de maior giro nas manutenções preventivas e corretivas. É um trabalho de prevenção para superar os problemas de logística internacional”, ressalta.

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